| Trabalho Pastoral: passatempo, favor ou compromisso? |
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| Escrito por Coordenação de Pastoral | |||
| Qua, 19 de Agosto de 2009 13:54 | |||
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A motivação com que encaramos nosso serviço à Igreja, seja em uma pastoral ou qualquer “força viva” da paróquia, sem dúvida nenhuma, influi diretamente no resultado, nos frutos que esse trabalho trará à comunidade. Um passatempo, 'hobby' ou, modernamente falando, uma 'terapia ocupacional' são atividades que realizamos, focando nosso próprio bem-estar. Seus objetivos estão ligados ao indivíduo e, portanto, não geram compromisso com a vida paroquial. Afinal, nem sempre o que precisa ser feito é exatamente o que se aprecia ou se quer fazer. Por outro lado, encarar esse serviço como um 'favor' ao padre ou à Igreja também não gera compromisso. Ora, um favor pode ser feito a qualquer hora e maneira, sem qualquer obrigação ou responsabilidade. E, na maioria das vezes, o que precisa ser feito é mais do que simplesmente aquilo que nos foi solicitado. Assim como ofertar o Dízimo não é dar o que nos sobra, o trabalho pastoral carece que ofertemos nosso melhor serviço. Como apóstolos, devemos saber 'servir', como Jesus. E todos temos 'vocação' para sermos discípulos e missionários! 'Vender os bens para seguir Jesus', nos dias de hoje, não significa se desfazer de sua casa ou de seu carro, mas, colocá-los e, acima de tudo, colocar-se à disposição das necessidades pastorais, definindo quais são as prioridades de nossa vida. Dessa forma, quando se apresentar para uma tarefa, poderá fazê-la 'por inteiro', com seriedade, responsabilidade e... compromisso. E, quando a motivação que nos impulsiona ao trabalho pastoral apoia-se no 'servir', com certeza ela nos traz uma satisfação pessoal e ainda estaremos fazendo bem mais do que um simples 'favor' ao padre, à paróquia ou à comunidade. Estaremos construindo já aqui a casa que nos espera do lado de lá.
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| Última atualização em Qui, 20 de Agosto de 2009 17:56 |